"Gosto de ser homem, de ser gente, porque não estou dado como certo, inequívoco. Que o meu destino não é um dado, mas algo que precisa ser feito e de cuja responsabilidade não posso eximir. Gosto de ser gente porque a história em que me faço com os outros e de cuja feitura tomo parte é um tempo de possibilidades e não de determinismo. Daí que insista tanto na problematização do futuro e recuse sua inexorabilidade" (Paulo Freire)
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